quarta-feira, 18 de maio de 2011

1ª guerra mundial, adooro!


O resultado da ampla e desenfreada corrida imperialista foi a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

A França e a Inglaterra viviam em constantes conflitos, até que a França propôs um acordo para a criação da Entente Cordialle (acordo de cavaleiros) e elas pararam com as guerras, e viraram amiguinhas! aê o/

Durante a Primeira Guerra algumas alianças foram estabelecidas:

- De um lado a França e a Inglaterra, juntamente com a Rússia formaram a Tríplice Entente e também tinham como aliados o Estados Unidos e o Brasil.

-Do outro lado tinha as potências centrais que eram a Alemanha e a Áustria-Hungria, os italianos chegaram a compor com eles a chamada Tríplice Aliança, porém interesses territoriais fizeram com que a Itália mantivesse uma posição de neutralidade no início do conflito e posteriormente se aliasse a Tríplice Entende e lutasse contra as potências centrais.

A rivalidade aglo-germânica e o desejo dos alemães de participarem, mesmo que tardiamente, da partilha colonialista, foram dois dos principais elementos causadores da grande guerra.

ESTOPIM DA GUERRA: Os nacionalistas sérvios souberam da intenção do Arquiduque Franz Ferdinand, herdeiro do trono austríaco, em visitar Sarajevo (capital da Bósnia). Daí articularam um atentado contra ele. O episódio foi mais que suficiente para que a Áustria declarasse guerra a Sérvia. Porém a Áustria-Hungria não tinha potencial bélico para atacar a Sérvia, então pediram ajuda para a Alemanha. Eles declaram guerra contra a Sérvia, e a Tríplice Entente declara guerra à Alemanha.

A Primeira Guerra é dividida em duas etapas distintas:

- A primeira fase (1914) foi marcada pela ofensiva alemã aos territórios da Bélgica e França (Guerra de Movimentos)

- A segunda fase (a partir de 1915) foi denominada Guerra de Trincheiras.

Elidiane Andressa Rodrigues nº06


Continuando...

Guerra dos Boxers.

O nome é originado de uma sociedade secreta criada para protestar contra as ações imperialistas ocidentais. Para eles a presença de estrangeiros na China não era viável nem econômica nem culturalmente. Os boxers (chineses) chegaram a destruir algumas missões religiosas e a matar chineses convertidos e estrangeiros que ocupavam o país. China pediu o apoio do Japão para reprimir a rebelião dos Boxers e conseguiram, mas ao final do conflito os Japoneses ocuparam a cidade de Pequim e a China continuou até a metade do século XX vítima dos interesses capitalistas.

Imperialismo Inglês na India.

Os ingleses garantiram um intenso e lucrativo comércio. A companhia das Indias Orientais, era uma empresa britânica que comercializava produtos indianos, principalmente o algodão e o chá. A presença britânica na Índia provocou diferentes sentimentos entre a população indiana. Muitos viram com bons olhos os investimentos realizados pelos ingleses, como a construção de ferrovias, a pavimentação de estradas...

Revolta dos Cipaios

Foi a ação mais significativa conta o imperialismo inglês.

O exército britânico recrutou alguns soldados indianos e entre eles espalhou-se a notícia que os cartuchos das armas usados por eles eram engordurados com sebo de vaca ou de porco. Os rifles distribuídos para os soldados usavam cartuchos cobertos de papel engraxado. Para deixar a pólvora exposta os soldados tinham de morder os cartuchos o que significava ingerir a gordura animal e por isso se rebelaram, pois se a graxa utilizada nos cartuchos fosse de porco, feria a crenças dos soldados mulçumanos e se fosse de vaca ofenderia o grupo de soldados hinduístas. A rebelião foi reprimida pelos ingleses e a atuação da Inglaterra na economia e política locais continuou.

Imperialismo na América Latina

Com a América Latina independente os EUA e a Inglaterra queriam o mercado consumidor. Os interesses norte americanos foram garantidos pela Doutrina Monroe, doutrina proposta por James Monroe (1817 – 1825) que evitava que os países industrializados europeus atuassem nas Américas. A frase que ilustra essa fase é a famosa “América para os Americanos”.

Mais tarde no início do século XX, o presidente Theodore Roosevelt (1901 – 1909) ficou conhecido pela agressiva política externa para a América Latina (forçou a América Latina a absorver a cultura americana). Essas ações ficaram conhecidas como a política do “Big Stick”, essa política consistia em “falar manso, mas com um porrete na mão” ou seja, os EUA iria controlar a política interna dos países da América latina pacificamente, entretanto, caso houvesse resistência, poderia ocorrer uma intervenção militar nos países que ameaçassem os interesses estadunidenses.

O sucessor de Roosevelt, foi Willian Taft (1909 – 1913) e ele concedeu uma série de empréstimos aos países americanos na estratégia chamada “diplomacia do dólar” a intenção dele era aumentar a participação do dólar na América e ampliar a economia.

PS: desculpa a demora em postar, é que o blogger estava dando pau :/

Elidiane Andressa Rodrigues – n°06

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Aula de quarta: No imperialismo do século XIX houve uma consolidação do módulo pós-revolução industrial do módulo imperial. Depois houve a corrida imperialista que foi a disputa entre os países mais desenvolvidos por colônias no continente africano. Os grandes países industriais que estavam colonizando, eles não colonizavam para explorar e sim para garantir aquele mercado consumidor para que seus produtos tenham sempre compradores. Como consequência, eles teriam mais lucro e mais riquezas, o que caracteriza o Capitalismo.

Aula de sexta: Os países colonizadores participaram do Congresso de Berlim, que discutiu com quais terras da África cada um ficaria. Acabou que as colônias sofreram um tpo de exploração no qual a características eram a ignorância dos colonizadores, o racismo principalmente, exploração dos recursos naturais. Como exemplo podemos citar o apartheid.

A Inglaterra, que invadiu a Índia usava o ópio deste país para vender para a China. Mas o governo chinês proibiu que ópio fosse vendido no país, o que fez cm que a Inglaterra declarasse guerra contra a China.

Então, a Inglaterra começou a traficar o ópio, o que foi muito rentável. A guerra do ópio foi travada pelos traficantes chineses e pelos indianos por causa do ópio.

Tamires Luana Torrejais n°28

sábado, 30 de abril de 2011

Aulas dos dias 27 e 29 de Abril.


Imperialismos.

O imperialismo é uma forma de domínio de nações mais fortes sobre regiões mais frágeis. Ele é uma consolidação do modelo imperial pós revolução industrial que aconteceu no século XIX. Os países desenvolvidos queriam novas colônias pra aumentar o mercado consumidor e assim gerar mais lucro e isso fortaleceu o capitalismo. Esse fortalecimento do capitalismo e essa necessidade de ampliação do mercado consumidor geraram a chamada Corrida Imperialista entre os países mais desenvolvidos economicamente. Essa competição resultou no choque entre as potências imperialistas que dominavam 80% dos territórios de todo o mundo. O Imperialismo pode ser também chamado de Neocolonialismo por estabelecer uma relação colonial diferente da estabelecida durante os séculos XVI E XVIII principalmente impostas pro Portugal e Espanha. Esse novo colonialismo era voltado para as regiões da Ásia e da África.

Partilha da África.

A conferência de Berlim (líderes dos países colonizadores definiram algumas “regras” para regulamentar a ocupação das terras africanas e evitar o choque entre as potências) tornou oficial o processo de colonização da África.

A colonização africana foi baseada principalmente em 3 princípios: Ganância, Ignorância e o Racismo (Apartheid).

Os Europeus tratavam os negros como sub-raça, e colocavam os africanos como inferiores à eles. Os Europeus teriam a “obrigação” de levar conhecimento e progresso para o bem do continente africano.

Alguns países como Namíbia, Zimbábue, Congo, Etiópia... sofrem as conseqüências da colonização até hoje, principalmente a falta de estrutura política, pois daquela época pra frente a suas únicas preocupações eram sobreviver.

Imperialismo na Ásia.

A colonização da Ásia foi um processo mais traumático que o da África, pois alguns países resistiam a invasões e se rebelavam contra as potências colonizadoras. Um exemplo é a China que se rebelou contra o Japão que tentava colonizá-la pela segunda vez.

A china foi o país que atraiu o interesse de diversas potências imperialistas devido ao artesanato de luxo (porcelana) e produtos como seda e chá, mas foi o ópio o produto responsável pela ação mais prejudicial do imperialismo estrangeiro na China, devido ao domínio imposto pelos britânicos.

Os ingleses produziam o ópio (extraído da papoula, importante para a indústria médica mas utilizado ilegalmente como entorpecente pela população) em solo indiano e depois que descobriram o potencial que o mercado chinês teria para absorver sua produção, passaram a estimular sua vende entre os chineses. Aí surgiu a Guerra do Ópio, a China percebeu o aumento do consumo de ópio pela população e percebeu também o mal que o ópio causava, portanto proibiu a venda da droga e passou a combater o contrabando promovido pelos ingleses. Mas apesar disso o ópio vindo da Índia continuou a ser vendido na china, e esse choque entre as leis dos dois países gerou a guerra. Como os ingleses tinham um potencial bélico bem maior que o da China, eles derrotaram os chineses e ao fim dessa guerra surgiu o Tratado de Nanquim que foi quando o governo chinês cedeu a posse da ilha de Hong Kong aos ingleses e ainda pagaram uma indenização de 21 milhões de dólares ao governo inglês.

Elidiane Andressa Rodrigues – nº 06

quarta-feira, 27 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Emancipação Política do Brasil.

Está também diretamente relacionada a influência do pensamento iluminista.

A Independência do Brasil foi como na maioria dos países latino-americanos, uma ação comandada pela elite que evitou a participação do povo no processo.

A declaração de independência do Brasil é registrada no dia 7 de setembro de 1822, mas a conquista da independência foi resultado de um longo processo de questionamentos contra a exploração portuguesa, cuja origem pode ser atribuída às primeiras rebeliões contra a metrópole ocorridas no final do século 18, como a Conjuração Baiana (alfaiates de Salvador queriam separar a Bahia do Brasil) e a Conjuração Mineira (que resultou na morte de Tiradentes).

Em 1815 o Brasil tornou-se Reino Unido de Portugal e aos poucos a relação com a metrópole foi se modificando e dando início ao processo de independência do Brasil em caráter muito mais de transição do que de revolução.

A Independência aconteceu sem que tivesse ocasionado mudanças bruscas, intensos conflitos militares e sem provocar grande rupturas com o passado colonial.

Quem ocupou o cargo de imperador da nova nação independente foi o príncipe herdeiro do trono, D. Pedro.

A escravidão foi mantida até o final do século XIX. A abolição não constava na pauta das articulações políticas da elite brasileira para tornar o Brasil independente de Portugal. Importava manter os privilégios das classes dominantes e evitar maiores rupturas que pudessem comprometer os seus interesses.

O imperador convocou uma Assembleia Nacional Constituinte, cujo objetivo era debater e organizar um conjunto de leis para o Brasil e redigir a carta Magna (constituição).


Por: Elidiane

Emancipação das colônias espanholas.

Depois da independência dos EUA, as colônias espanholas da América também começaram a lutar pelo fim da exploração colonial e pela emancipação política. Assim como as colônias inglesas as colônias espanholas desejavam liberdade política, fim da exploração das riquezas naturais e a diminuição dos impostos.

O Haiti foi a primeira colônia espanhola a conseguir sua independência em 1804, seguido por Paraguai (1811), Argentina (1816), Chile (1818), Colômbia (1819), México, Venezuela, Peru (1821), Brasil (1822), Bolívia (1825), Uruguai (1828) e Equador (1830).

Outros importantes fatores contribuíram para estimular o processo de luta pela independência na América Latina:

-Influência dos ideais iluministas, principalmente no final do Século 18.

-O interesse de maior autonomia e poder político dos criollos (descendentes de espanhóis nascidos na América e que compunham a elite da sociedade colonial).

Um dos grandes líderes do processo de luta pela independência das colônias espanholas na América foi o venezuelano Simón Bolívar. Ele projetou a formação de uma grande nação latino-americana, forte e unida, porém o esse ideal de unidade não se concretizou, pois as ex-colônias se fragmentaram politicamente.

O interesse tanto da Inglaterra quanto dos EUA, era de que realmente surgissem diversos países mais frágeis e dependentes. Seria mais fácil dominar economicamente uma América Latina fragmentada do que uma grande nação latino-americana que supostamente surgiria forte e com maior autonomia caso o projeto de Bolívar se concretizasse.

A Independência não resultou em mudanças na estrutura social que pudessem gerar significativas melhorias da condição de vida para a população. Governos autoritários, excessiva concentração de renda e da propriedade, juntamente com profunda desigualdade social, foram características predominantes nas novas nações latino-americanas do século XIX.

Por: Elidiane.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Crise do sistema colonial.

A crise do sistema colonial esteve ligada principalmente pelos ideais iluministas do século XVIII. O Iluminismo desenvolveu um pensamento em que as pessoas passaram a ser mais racionais, a lutar pelos seus direitos, e ser mais críticos frente as desigualdades sociais, frente à Igreja e à política. Foi neste cenário em que as colônias Inglesas iniciaram o processo de independência que logo se espalhou pela América e pelo restante do continente europeu.

Nas 13 colônias da América do Norte, o processo de independência começou quando a Inglaterra mudou sua postura cobrando mais impostos e aumentando a exploração depois da Guerra dos 7 anos, para cobrir as despesas que tiveram com esta guerra. Mesmo sendo vitoriosa, a Inglaterra enfrentou uma crise financeira e achou justo as colônias ajudarem ela a se recuperar.

Para aumentar a arrecadação, o governo resolveu fazer um conjunto de leis que mudou a rotina de vida na colônia, o que gerou uma revolta e consequentemente a luta pela independência. As leis foram: Lei do açúcar, Lei do selo, Tarifas de Townshend e a Lei do chá.

O monopólio sobre o comércio do chá prejudicou o comércio da colônia e gerou muitos protestos. Num deles, um grupo se disfarçou de índios e saqueou um navio carregado de chá e jogou no mar a mercadoria, causando um enorme prejuízo. Isto ficou conhecido como Boston Tea Party. O governo inglês reagiu com muita repressão, com as Leis intoleráveis. A partir daí os colonos começaram sua luta pela independência. Então, os representantes das 13 colônias redigiram uma carta pedindo a revogação de todas as leis, mas não foram atendidos, até que os ingleses redigiram uma carta com a independência dos estados unidos, mas não foi prontamente reconhecida, então houve a guerra da independência, que s colonos ganharam e então foram reconhecidos independentes. Então a constituição foi redigida se instituiu um governo republicano, presidencialista e federalista. O comandante pela luta pela independência, George Washington foi eleito presidente.

Por: Tamires.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Aulas atrasadas, rs

Unificação Alemã.


A região da Alemanha era dividida em vários estados chamados Confederação Germânica. Áustria e Prússia ocupavam lugar de destaque nessa confederação e disputavam pelo controle da mesma. Essa disputa marcou o processo de unificação do País. A rivalidade austríaco-prussiana chegou ao seu ápice quando os prussianos criaram uma liga aduaneira chamada Zollverein que abolia os impostos alfandegários entre os estados germânicos, mas a Áustria foi exlcuida desse acordo comercial.

Guilherme I, imperador da Prússia, e Otto von Bismarck, ministro da Prússia, foram os personagens principais da unificação alemã. Eles comandaram o forte exército prussiano e conseguiram vencer a Dinamarca, a Áustria e a França anexando territórios e consolidando a unificação alemã. Em 1871 Guilherme I foi proclamado Kaiser (imperador), dando origem ao I Reich (império alemão).

Liberalismo.

Adam Smith: acreditava que a iniciativa privada deveria agir livremente, com pouca ou nenhuma intervenção governamental. A competição livre entre os diversos fornecedores levaria não só à queda do preço das mercadorias, mas também a constantes inovações tecnológicas, no trabalho de baratear o custo de produção e vencer os competidores.

Ele analisou a divisão do trabalho e também usava a teoria da mão-invisivel, onde o mercado se autorregulamentava. Como resultado da atuação dessa "mão invisível", o preço das mercadorias deveria descer e os salários deveriam subir.

Socialismo.

O Socialismo foi um conjunto de ideias utilizadas para questionar o predomínio da ideologia liberal e seviu de prota-voz para que a classe operária contestasse a profunda desigualdade social provocada pelo capitalismo.

Ele se baseia na teoria Marxista que pregava o conflito de classes.

O Socialismo pode ser baseado em Socialismo Utópico (perfeito na teoria mas não funciona na prática) e Socialismo Científico (com comprovação e embasamento teórico).

Igreja e Socialismo.

A Igreja se posicionou em defesa dos trabalhadores. Embora criticasse os abusos do capitalismo, a Igreja combatia os pensamentos anarquistas e socialistas, considerados excessivamente radicais pelos católicos.

Anarquismo.

Consequência das profundas desigualdades provocadas pelo capitalismo.

O anarquismo nada mais é que a ausência de autoridade. Ele clamava pela completa liberdade do indivíduo e condenava qualquer tipo de autoridade que exercesse algum controle sobre a sociedade.

Escrito e postado por: Elidiane.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ideologias do Século XIX

-> Ideologias do Século XIX

Um dos impactos da Revolução Industrial na sociedade foi que a classe dominante começou a oprimir a classe operária por meio da exploração do trabalho.

A teoria Marxista se baseia se baseia sempre no conflito de classes, porém, o modo de produção asiático não se aplica à teoria de Marx, pois não existiam classes sociais e sim categorias.

As ideologias que transformaram o mundo e modificaram a forma como a sociedade interagia:

-O nacionalismo: se baseia na teoria ufanista (que trata a nação como a mais importante, eles exaltam a nação). O nacionalismo favoreceu a Unificação Italiana;

- Imperialismo: também contribuiu para unificação da Itália. O imperialismo tinha uma política que acumulava terras, ou seja, quanto mais terras mais poder. Napoleão Bonaparte invadiu vários territórios e se intitulou Imperador.

->O Congresso de Viena

O Congresso de Viena aconteceu em 1815 e reuniu os principais países que tiveram sido invadidos por Napoleão Bonaparte naquele mesmo ano. O Congresso de Viena instigou nos líderes dos países tomados por Napoleão de serem rassarcidos com seus territórios de volta.

A França acabou conquistando a Alsácia-Lorena que era um território da Alemanha.

A Unificação Italiana começou quando a burguesia quer expandir o território e melhorar o comércio. Foi no Piemonte que a Unificação Italiana começou.

Por: Tamires.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Revolução Industrial,

A Revolução Industrial foi um conjunto de mudanças tecnológicas iniciado na Inglaterra no século XVIII.

Antes da Revolução Industrial, a atividade produtiva era artesanal e manual (daí o nome manufatura) e eram realizados em uma de espécie de oficina que funcionava nas casas dos próprios trabalhadores. Com a Revolução Industrial os trabalhadores passaram a trabalhar para um patrão. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos das fábricas onde todo o lucro ficava só para eles. O trabalho realizado com as máquinas ficou conhecido por maquinofatura.

A indústria têxtil foi a mais afetada positivamente pela revolução, pois com o tear mecânico foi possível ampliar a produção.

Um dos precedentes que influenciaram a Revolução Industrial foi a Revolução Francesa que, sob influência dos princípios iluministas (Liberdade, Igualdade, Fraternidade) mudou a forma como a sociedade se relacionava. Esse fato também marca a passagem da Idade Moderna para a Idade Contemporânea.

A Inglaterra foi a pioneira na Revolução Industrial devido à alguns fatores:

-Tinha amplas jazidas de carvão (Que era muito utilizado na primeira fase da guerra devido à máquina a vapor inventada pro James Watt, que funcionava a base de carvão.)

-Tinha muitas colônias (Portanto tinha meios de escoar a produção)

-Tinha abundância de matéria prima

-Tinha jazidas de ferro (Que também era muito importante, pois ferro era utilizado para construir as máquinas e a ferrovia para transportar a produção)

-E era uma das poucas nações que tinham se livrado do Antigo Regime.

Porém a Revolução Industrial apesar de em grande parte benéfica foi também prejudicial a população. A maioria dos operários foi substituída pelas máquinas e os que continuaram empregados tinham grandes jornadas de trabalho de 12 a 16 horas e ganhavam muito pouco por tanto esforço. Isso ocasionou a falta de dinheiro, e a falta de dinheiro acarretou muitos outros problemas como muitas doenças e fome.

Continua no próximo capítulo, rs.

Elidiane

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Mussolini, Benito Mussolini (h)'

1919.
A partir de 1919 o partido fascista e o partido socialista cresceram.
O partido socialista queria que existisse igualdade entre todas as pessoas, portanto, pregava que os latifundiários e burgueses deveriam dividir suas terras com os camponeses que viviam na miséria.
Com isso o partido fascista ganhou o apoio da burguesia industrial, dos banqueiros e dos latifundiários por eles estavam com medo da distribuição das propriedades.
Com isso a fome e a miséria permaneciam e isso gerou uma revolta popular.

1921.
Em 1921 Mussolini se elege deputado na Itália com mais 34 deputados todos fascistas.

Relação do Fascismo x Socialismo.
O fascismo tratava todas as situações com violência, com o uso das esquadras.
O socialismo “solucionava” os problemas com greves e manifestações do povo.

Marcha sobre Roma.
A Marcha sobre Roma foi uma manifestação fascista, com característica de golpe de estado, com mais de 30 mil militantes fascistas que reivindicavam o poder político no reino. Este evento representou a ascensão ao poder do Partido Fascista e o fim da democracia liberal, pela nomeação de Benito Mussolini como chefe de governo.

Mussolini foi eleito 1º ministro, elege um novo ministério e fica conhecido como “o Dulce”.


Fascismo na Itália.
-Governo de Mussolini.
O governo de Mussolini começa com a criação da milícia voluntária, que era uma esquadra conhecida como “os camisas negras” que tinha como função proteger o governo de Mussolini e o objetivo de sua criação era substituir os “púliça” (né Caetano?) e manter o poder. Sofria influência do ultranacionalismo.

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Eleições:
Aconteceram às eleições para a câmara dos deputados, elas foram manipuladas a favor dos fascistas. Com isso os fascistas elegeram 2/3 da câmara.
Matteoti era um deputado socialista e denunciou a manipulação dos votos, ele sumiu e alguns dias depois apareceu enforcado. Os fascistas fizeram isso para mostrar a todos que eles eram fortes e ninguém deveria mexer com eles /ficadica’

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Mussolini aprova as leis de exceção:
-Dissolução dos partidos de oposição (vão fechar)
-Censura.
-Enquadramento dos sindicatos.

Carta de Lavoro:
Fala sobre as melhores condições de trabalho para os operários italianos, aumento de salário, diminuição das horas de trabalho, criação de um fundo de garantia e criação de um sistema previdenciário.

Tratado de Latrão 1927.
Acordo realizado entre Benito Mussolini e o Papa Pio XI que regulamentou a atuação do Vaticano.

Política Externa do Governo de Mussolini.
Teve como características o expansionismo e o militarismo, nesta política entra também o pacto do aço que foi um acordo entre a Alemanha e a Itália. A Itália também conquistou a Albania e a Etiópia.

Fim do Governo de Mussolini.
Com o início da Segunda Guerra Mundial combateu os aliados e, após várias e quase consecutivas derrotas, apesar do apoio militar alemão caiu em desgraça, vindo a ser derrubado e preso em 1943.

Fascismo, bem legalzão! (y)

Fascismo.
Modelo político que surgiu na década de 20, como conseqüência da 1ª guerra mundial e questionava a participação no estado e a liberdade do povo.

Década de 20.
Na década de 20 a Europa estava bastante arrasada devido aos estragos da 1ª guerra mundial, portanto, nessa época o autoritarismo surgiu como solução aos problemas.
Este modelo político era apoiado pela alta burguesia, que não queria perder o que tem, pela classe média e pelo povo empobrecido que vivia em total miséria.
As características fascistas eram o totalitarismo, nacionalismo exagerado, culto ao chefe, mono partidarismo, militarismo, racismo e elitismo.
-Totalitarismo, o estado forte, autoritário, catalisador da vontade nacional. É em nome do estado que o fascismo implanta o totalitarismo.
-Nacionalismo exagerado, porque a nação passa a ser considerado o bem supremo em nome, do qual todo sacrifício é valido. Nesse sentido pregasse a recuperação das raízes, a preservação das origens e a pureza da etnia.
-Culto ao chefe, este é entendido como o guia infalível, que zela pela integridade do estado, pela preservação da vontade nacional. Daí o fanatismo que caracterizou os fascismos.
-Mono partidarismos, o partido único encarna a vontade nacional que se confunde com o próprio estado.
-Militarismo, necessário a afirmação do nacionalismo e essencial a expansão.
-Racismo, prega a purificação da etnia e cultua as origens, torna-se necessário pelos excessos do nacionalismo.
-Elitismo, constrói a ideia de que cabe aos mais fortes, aos mais capazes, aos mais vigorosos, comandar tudo em nome da vontade nacional.

Origem do fascismo na Itália.

Consequências da 1ª guerra mundial para a Itália:
A Itália era considerada “A vencida entre os vencedores”
A sua sociedade estava em uma situação miserável, com altos índices de desemprego, baixa produção industrial, inflação, custo de vida alto.

Ela estava nessa situação por alguns fatores, dentre eles, suas dívidas. A Itália gastou US$ 15 Bi com a guerra, e devia US$ 5 Bi para os EUA, e dos territórios prometidos recebeu apenas 1/3 deles, somente 3 territórios muito destruídos e miseráveis impossibilitados até mesmo para pratica da agricultura.

Fundação do partido fascista.

O partido fascista foi fundado por Benito Mussolini e criticava a democracia liberal (EUA) e o socialismo/comunismo (URSS).
O fascismo era defendido por esquadras que atuavam de forma violenta.
Este partido defendia o totalitarismo e o ultra nacionalismo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Graças a Deus, 4º Bimestre \o/

Conteúdo.

>Fascismo/nazismo.
-origem
-formação
-consequências.

>A grande depressão e a década de 30.

>2ª guerra mundial

>Guerra fria e o mundo bipolar.

>Descolonização da Ásia e África.

:D

enfim, as eleições e isso está acabando /o/

Campanha Presidencial – organização de partidos políticos.

UDN – união democrática nacional. –oposição a Vargas-
Tinha como apoio os oligarcas conservadores, e como candidato Eduardo Gomes.

PSD – partido social democrático. –apoio de Vargas-
Tinha como apoio os oligarcas que surgiram através dos interventores Getulistas, e como candidato Gaspar Dutra.

PTB – partido dos trabalhadores Brasileiros.
Tinha como apoio os sindicatos varguistas, e como candidato Yedo Fiuza.

Só para não perder o costume, Vargas tenta mais uma vez dar um golpe de estado, e nomeia seu irmão (Eugênio Vargas) como chefe de polícia.
Mas as coisas não dão muito certo para ele, as eleições acontecem e Gaspar Dutra é eleito, mas algum tempo depois Vargas volta ao poder, e essa história continua... é infelizmente, não agüento mais.

Beijo Profe, e capricha na nossa nota ;)

as coisas estariam enfim se resolvendo? :s

A União nacional com Vargas tinha o apoio do PCB, dos trabalhadores do estado (funcionários públicos) e do movimento sindical do governo (sindicatos recreativos).

A União nacional sem Vargas tinha o apoio dos Oligarcas, da classe média (burguesia), e do grupo de direita (que exigia liberdade sem igualdade), esse grupo pensava apenas em defender os seus interesses.

O PCB apoiava Vargas por se aproximar dos idéias políticos dele.

A UN com Vargas, era a que mais crescia, e surgiu um movimento conhecido como “Queremismo” onde todo gritavam, “Queremos o Vargas”, daí o nome.
Tinha falta de liderança política, e mov. Popular.

a tentativa de unir o país, é ''tentativa''.

Getúlio lança o lema “União Nacional”.

Vargas busca aproximar os grupos que estão se distanciando do governo, como as forças armadas e os intelectuais.

-> União Nacional, tinha objetivo de lançar o processo de abertura política e democrática.

Fevereiro de 1945 – marca as eleições para Dezembro do mesmo ano.
Abril de 1945 – Dá anistia aos presos políticos, liberdade a Júlio Prestes e torna o PCB legal.
Maio de 1945 – Lei Autruiste, que nacionaliza as empresas estrangeiras, com isso Vargas agradaria a burguesia nacional e os intelectuais.
Julho de 1945 – Autoriza a livre organização dos trabalhadores.
Classe operária substitui os lideres dos sindicatos Getulistas.
MUT (movimento unificado trabalhista), vai combater a censura.

Como conseqüência de tudo isso, acontecerá a formação de dois grupos políticos, União Nacional com Vargas, e União Nacional sem Vargas.

Continuação...

Decadência do Estado Novo.

Contradições externas – combate ao regime ditatorial fascista.
Contradições internas - mantém um governo ditatorial fascista.

Contradição:
As forças armadas mais a polícia davam condições para Getúlio manter o estado fascista, e eles são os que mais vão sentir a contradição do governo ditatorial de Vargas.
Aumenta a pressão popular, acontecem muitas manifestações.

Manifesto dos Mineiros:
-Liderado por intelectuais de MG, criticavam o estado novo, exigiam liberdades sociais e políticas e uma reforma judiciária.

Manifesto dos Escritores:
- Exigiam o fim da censura, liberdade individual.

não lembro que dia (:

Crise do Estado Novo

2ª guerra mundial, os aliados disputavam contra as potências do eixo, os aliados (Inglaterra, França, URSS, -EUA-) lutavam pela democracia, ao contrário das potencias do eixo (Alemanha, Itália, Japão) que lutavam pelo fascismo.

A crise do estado novo é marcada pelo desfecho da 2ªGM, ocasionado pelo avanço soviético no fronte oriental e pela entrada do EUA no fronte ocidental vencendo o fascismo e o nazismo das potências do eixo.

1942 – EUA entra na guerra, isso gera o avanço dos aliados e as repercussões no Brasil não são muito boas, gera uma contradição, pois os aliados são democráticos e o Brasil se aproxima mais do fascismo, portanto não seria correto lutar contra os fascistas. Dentre esses, alguns outros motivos foram fundamentais para o Brasil apoiar os aliados, além da pressão dos EUA, aqui no Brasil foi fundado o UNE (união nacional dos estudantes), que organizou uma passeata pressionando Vargas.

Vargas declara guerra contra a Alemanha mas isso gera uma conseqüência interna, ocorre a demissão de funcionários e ministros apoiadores do fascismo, dentre os mais importantes estão:
-Filinto Müller (chefe de polícia)
-Francisco Campos.

A participação do Brasil na guerra foi singela, basicamente apoio estrutural.
O Brasil cedeu bases navais e aéreas.

1944 – Envio da FEB (força expedicionária brasileira) à Itália, para combater juntamente com as tropas do EUA, as principais batalhas foram as de Monte Castelo, Castel Nuovo, Fornovo e Montese.

Aula do dia 11.09.09 *-*

Política Econômica

2ª guerra mundial.

O Brasil não participará ativamente da guerra.

Os países envolvidos na guerra só produziam armamento bélico e não abasteciam suas sociedades. Isso gerou conseqüências positivas para o Brasil, o crescimento econômico, principalmente nas indústrias de base (petróleo, ferro (minérios), motores). Também aconteceu o fortalecimento da industria nacional do estado.

11,5 % crescimento industrial

1,2% crescimento agrário.

Governo do Estado Novo vai investir a maior parte dos recursos no setor industrial.

A economia agrária vai sofrer uma baixa devido aos investimentos de Vargas no setor industrial, porém para manter a aristocracia ou um setor aliado ao governo Vargas vai manter a grande propriedade no Brasil.

Política Administrativa.

1937- Constituição ‘’Polaca’’

1938 – DASP (departamento de administração e serviços públicos). Responsável por contratar e administrar os serviços públicos do Estado, mas a real intenção de Vargas era controlar os funcionários do Estado.

1939 – DIP (departamento de imprensa e propaganda). Responsável por divulgar as ações de Vargas, e também tinha a função de analisar todos os jornais e meios de comunicação da época, censurando os que diziam algo contra o governo.

1940 – Salário Mínimo, objetivo distribuição de renda, proteger o trabalhador.

1943 – CLT (consolidação das leis do trabalho). Inspirada na carta de Lavoro, teve a criação de sindicatos com a função de recreação, e assistência médica e previdenciária.